A prática, conforme afirmam antropólogos e arqueólogos, era encontrada em algumas comunidades ao redor do mundo. Na maioria dos casos, consiste num tipo de ritual religioso/mágico como uma forma de prestar seu respeito e desejo de adquirir as suas características. (...) opção de vida ou morte. (...) pessoas consideradas especiais em sua comunidade. Para isso, utilizavam talheres próprios."
(... ) impregnados em nós, nós que já somos pós, só somos pós. o ser morte. o nada. resquícios ainda das inflamações que não foram tratadas, impregnados pelo pus ainda quente e viscoso, que muitos, há séculos acreditavam e acreditam ser a "solução" das nossas vísceras arejadas e cheias de silêncios. por que o problema foi, na verdade, nunca saber que se o universo é infinito o verso de nós não precisa ser único, muito menos ter um fim. nasceu uma necessidade vital, e às vezes, mortal de preencher os espaços e enfeitar a solidão. flores, diálogos, batons, sistemas, bombons, regrinhas de todo dia, grandes leis, grandes fronteiras, grandes distâncias, arquiteturas, vários lindos tabuleiros pro jogo, as peças ainda e sempre ocas começaram a lançar fogo em suas próprias madeiras cheias de álcool e incensos, vícios que não percebemos, talvez por isso nem existam, religiões, gel de cabelo... e pessoas. Se existe uma coisa, senhora, que não pode se enfeitar-findar... SÃO OS NOSSOS BURACOS, nossos espaços. Que quando se enfeitam, se completam. Estes grandes poços. Quando infindáveis, produzem ecos de nós. janelas por onde passam a parte mais intima, sublime e terrível de nós. Não quero com isso, que pense que tudo isso é simples e logicamente esquizofrênico o bastante para se encaixar e preencher as fissuras. Pelo contrário. o SUSPIRO passa pela superfície. Só lá ele é. Cheio, denso, inteiro. O resto de nós vive o vazio, a supressão, a angústia. da esfera infinita embalada a vácuo (....) isso que o chão tem de querer ser teto, o solo de querer ser céu, a terra de querer ser vento. essa tensão que não puxa pro centro da terra, nem faz dançar leve sem direção nem gravidade, mas a tensão que delimita espaços pra eles ficarem ainda mais infinitos.

Livre ou diretamente ligado ao ''Ato de Comunhão''. Fiquei curioso por saber a fonte da escrita.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirSim, sim!
ResponderExcluirFonte.
(E o Dalí... delicioso!)
vi, a primeira parte foi uma colagem do wikipédia sobre canibalismo e a segunda eu escrevi
ResponderExcluiré... ato de comunhão diretamente livre
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